I need a cigarette, I need a drink, ahoooo
É o seguinte. A notícia do BP e o apoio da Aline me fizeram querer postar mais nessa joça. Olá. Eu estou blogando novamente.
A verdade é que eu tô louca. Eu tô ansiosa. Coisas aconteceram, coisas acontecerão, coisas que deviam acontecer não aconteceram e blablablá, só sei que eu tô pilhada e NÃO VEJO A HORA de semana que vem chegar. E com ela uma pessoa, hehe.
Eu estive com o coração na manga oi e agora eu estou vendo outras coisas. Tá tudo muito legal, e espero que continue assim.
Amanhã vou entregar meu cv nas lojas. Desejem-me boa sorte.
-Tchau
Cut Copy – A Dream
2 comments Dezembro 2, 2008
(I will not give up on you)
Oh, I’m fevering
Oh, you make me want to…
(turns into a wolf and attacks)
Now I’m gonna gonna chase you.
Feels
Add comment Agosto 19, 2008
While on the streets of old São Paulo
São Paulo é uma cidade estranha. No caminho da cidade, eu e Thata ficamos zoando como a gente ia odiar a cidade, que ia ser uma poluição sonora, visual, etc. Não foi muito diferente, assim que chegamos a cidade já nos deu boas-vindas: demoramos sei lá, 1 hora pra chegar só na rodoviária. Maldito trânsito! Isso só acabou com o nosso dia – a gente deveria ter chegado meio-dia no hostel, mas chegamos às três.
Eu e tia Ellen decidimos andar pra conhecer um pouquinho o lugar, enquanto a Thata ficava se arrumando no quarto do albergue. O lugar é completamente bizarro: no inverno minha asma ataca, e ficar subindo e descendo ladeira não ajuda nem um pouco, haha! Mas eu adorei, adorei a cidade. Apesar do trânsito, do caos, dos mendigos (como se aqui não tivesse mendigo haha), da superpopulação e tudo o mais, gostei muito. Achei o povo jovem mais simpático do que os cariocas.
Não deu tempo de fazer muita coisa: só fomos na 25 de março (comprei um treco pra colocar no pescoço lindoo lá. é, eu não sei o nome do treco. não é cachecol!), andamos de metrô, de ônibus minhocão, fomos na Av. Paulista, Augusta, Vila Madalena… e também no parque do Ibirapuera, onde aconteceu o festival Motomix. Eu não tenho vergonha na cara (né, Livio?) e cheguei -atenção- QUATRO HORAS E MEIA atrasada no show. Perdi Fujiya & Miyagi e The Go! Team. Fiquei puta, mas pelo menos vi o Metric.
Andando por lá lembrei como eu AMO perambular em lugares diferentes. O que eu mais queria fazer lá era conhecer paulistas só pra ficar ouvindo o sotaque deles. E queria descobrir também como é que duas cidades tão ‘próximas’ são tão diferentes. Eu fiquei impressionada como NENHUM paulista sabia dar informação NENHUMA. O ponto alto foi quando um motoboy pediu se a gente sabia onde era rua tal. Oi, a turista sou eu?
Isso que fez de São Paulo ser São Paulo! Na volta, discutimos como o Rio é bem melhor que lá. É claro que eu nunca vou discutir isso com paulista nenhum. Acho que eu sou uma pessoa mais tranqüila, talvez? Eu ficaria louca lá.
Se tudo certo, voltarei em novembro! E pra ver ANIMAL COLLECTIVE!!! Mas só se eles não tocarem aqui no Rio…!
Animal Collective – Fireworks > Essplode > Fireworks (Live in Lisbon, 2008/05/28)
Add comment Julho 12, 2008
But inside I’m okaaaaaay uuh
where snowmen never melt, instead they always shiiiiine
Eu tô me sentindo bem. Tanta coisa acontecendo! Tanta coisa lá fora, e eu aqui, me prendendo. Tanta coisa me espera, tanta gente que vai me conhecer, tantos lugares que vão me receber, e eu aqui me escondendo.
Eu não queria que isso soasse um poema de terceira série, mas eu tô ouvindo “Winter Wonder Land” do Animal Collective e senti aquela coisa aqui dentro… Não sei explicar. Senti uma felicidade grande.
Tô feliz pq o tempo tá passando e as coisas estão se resolvendo, daqui a pouco minhas aulas voltam e eu volto à minha vida. Minha vida vai caminhar pra frente de novo. Semestre que vem tem uns CINCO shows que eu não quero perder e a Aline vem me visitar e verá comigo o show do BROKEN SOCIAL SCENE.
I’m gonna work it out. Cause time wont work it out for you.
Animal Collective – Cuckoo Cuckoo
Depois posto sobre São Paulo.
Add comment Julho 2, 2008
My coffee sure is getting colder
Bad mind let me put on good habbits
been working to put on good habbits
some times I can’t find my good habbits.
Do Do Do Do Do
Tava com “Who Could Win A Rabbit” na cabeça e me toquei: eu não tenho nenhum good habbit. Eu não faço exercício, eu como muito e só como porcaria, se eu não durmo muito eu durmo pouco, eu não leio nada já deve ter mais de um mês, eu quase não saio de casa… O único bom hábito que eu tenho praticado é o de escrever, mas eu não consigo escrever nada decente. Os meus tempos mais inspirados já se foram e eu tô tão desesperada para conseguir escrever algo bom que às vezes eu quase desejo que outra pulga acabe com o meu potinho roxo e minha cabeça, só para que eu possa escrever mais uma série de poemas retardorromânticos. Para piorar, voltei a viver aquele estilo de vida distante – muitas pessoas me admiram mas elas não estão nem um pouco perto de mim para eu poder sentir essa admiração. Assim, já vacinada contra esse tipo de doença, não me permito apaixonar-me por ninguém, e assim também não fico acabada para escrever algo melancólico. De onde deveria vir a minha inspiração? Eu não tenho mais a Pulga pra sugar as minhas energias, mas tenho esses mosquitos idiotas que não me deixam dormir. Acho que devo começar a escrever sobre mosquitos? Não vou escrever sobre mosquitos.
O fato é que todo mundo se inspira por alguma coisa, e têm aquelas coisas que inspiram todo mundo. O amor, por exemplo. Mas como ele não tem se apresentado muito na minha vida, não tenho nada a dizer sobre o mesmo. Fico pensando como os autores tem toda essa criatividade para escrever sobre diversos temas. Sempre imaginei que o mano do Senhor dos Anéis dava altos tapas para escrever aquela coisa toda, e que, sei lá, o Umberto Eco viva cheio de aventuras e experiências e revistas para escrever coisas tão interessantes… E eu? Eu não chego nem perto de acariciar a pantera e não tenho experimentado muitas coisas para escrever algo realmente bacana.
Acho que por enquanto vou ter que escrever sobre o nada e sobre a falta de inspiração… Ou simplesmente eu não tenho talento.
…É, pode ser isso!
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Pensei mais um pouco. Essa música do AC tem tudo a ver com essa fase. Eu não tenho bons hábitos e não tenho nem inspiração para praticar o meu único bom hábito, mas… eu tenho inspiração sim! O problema é que sempre que eu penso algo legal, eu não tenho nenhum papel nem nenhuma caneta por perto. Aí quando eu sento, me dá um puta de um branco que não me inspira nem um título. Eu tenho que fazer como eles dizem, “eat it like it’s going to get away”. Meu café tá ficando frio e eu não tenho tempo a perder
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Obrigada, Animal Collective. Vocês me inspiram muito, beijos!
MGMT – We Care
Add comment Maio 31, 2008
Culpe as palavras
Palavras nunca são fáceis, palavras raramente são verdadeiras, palavras nunca são simples, quando elas são direcionadas a você, palavras nunca são gentis, palavras nunca são claras, palavras nunca são o que elas pensam que são.
Abu vai fazer uma coisa: bato esta frase e ordeno-lhe que mude cada “a” em “akka” e cada “o” em “ulla”, e lá vem uma frase que parece finlandês:
Akkabu fakkaz akkagullarakka umakka cullaisakka: bakkatulla estakka frakkase e ullardenulla akka Akkabu mudakkar cakkadakka “akka” em “akkakkakka” e cakkadakka “ulla” em “ullaka” e lakká vem umakka frakkase que pakkarece finlakkandês.
palavra, palabra, mot, parola, word, Wort, ord, I think life would be so much easier if they had no words, yeah, I think life would be so much easier if they had no words
blame it on the words
blame it on the words
blame it on the words
Eu apenas sorriria pra você quando estivesse feliz, e você derramaria uma lágrima quando estivesse triste
A vida seria muito mais fácil se não existissem palavras.
Guillemots - Take Me Home
Add comment Maio 17, 2008
She stopped crying like a child
Notei uma coisa interessante. Quando eu ainda sentia aquele carrapato grudado em minha pele e acabando comigo, sempre imaginava-me com uma serra elétrica na mão, cortando-o em pedacinhos e vendo todo o sangue que ele me roubou jorrando por metros. Claro que eu fiquei preocupada, achava que era um pensamento muito violento, mas logo me recordava daquele cara que picou a mulher, fez um strogonoff e depois a saboreou como nunca havia feito antes. Me ocorreu depois que inspirada nisso eu podera picá-lo todinho, fazer um strogonoff, mas não comê-lo -não seria assim tão fria, heh-, eu daria para um medigo. Ao menos, assim, estaria fazendo alguma caridade.
Enfim, esses dias, em vez de serrá-lo, só tenho acertado milhões de vezes a cabeça dele com um martelo. Pensando na evolução -ou na involução- das coisas, creio que em breve estarei dando porradas, depois só uns tapas, para depois puxar apenas os cabelos ensebados, e depois apenas dirigiria xingamentos. E depooois, ah depois, só fazer a pior das coisas: não deixá-lo fazer residência na memória de uma ingênua como eu.
LFR, 11/04/2008
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Eu escrevi esse texto quando eu percebi que estava esquecendo o Pulga. Me sinto tão melhor depois de escrever as coisas que eu sinto, de escrever como que eu tô lidando com isso e como eu tô melhorando… É deprimente, eu não gosto nem de ler as primeiras coisas que eu escrevi sobre ele.. Uma esperança inútil de que ele me responderia ficava me perseguindo, e só me fez piorar.
E a coisa mais justa, já que ele acabou comigo, foi pensar várias vezes que eu tava acabando com ele. Eu realmente achava que tinha pensamentos muito violentos, mas nessas horas eu vejo como a música me ajuda, e foi o Animal Collective que me tranquilizou:
Their blood in the dark will attract the sharks
Who are not violent, we’ve all got hungry bellies
(”Unsolved Mysteries”, Strawberry Jam, 2007)
A oportunidade que eu tive de esquecer o Pulga, eu aproveitei. Assim é bom, muito bom.
Broken Social Scene Presents Kevin Drew – F–ked Up Kid
Add comment Maio 11, 2008
Ele é eu
Ele sou eu?
O fato é que isso não importa. Na hora as línguas não importavam, só aquela, como o Julian disse, que nós tínhamos em comum (que ele e a Thata tinham em comum… heh). Brega.
Aquele primeiro, apelidado ‘Pulga’, era tudo o que eu não era. Por isso eu achei que ele era muito eu. Ele era o que eu não era, mas o que eu gostaria de ser. O que, na verdade, eu sou, mas não tenho coragem de demonstrar. Tudo bem que ele tem a ajuda de alguns cogumelos e outros ácidos, e por isso mesmo eu viajava só imaginando como eu poderia ficar ao lado dele. Viajava demais, e meu brain tava getting so delirious. Delirious até demais…
Aí conheci o Gustavo*. No dia eu não tava muito bem, todo mundo sabe disso, e eu não poderia dizer se ele era parecido comigo ou não. Só sei que eu gostei muito dele e queria vê-lo de novo. Marcamos e eu fiquei lá, esperando, enquanto ele dormia no calor da caminha dele. Esse, sem dúvida, tinha mais a ver comigo, mas não era exatamente isso que eu queria…
Passei logo para o que chamamos de “Papai Noel” ou até Claudio*. Esse era mais moreno que eu, mais loiro que eu, mais alto que eu, mas… gostava de história e me achava sweet. E eu também o achava sweet. Queria tê-lo o dia inteiro comigo naquela cama, mas logo tive que levantar para comprar suco de larandja (pra ele, é claro) e deixar ele ir, pra sempre, talvez? Ainda tenho um pouquinho de raiva do amigo dele, que o fez ir embora, né Hanna?
Então fico pensando, se o que eu realmente preciso não é alguém parecido comigo, mas sim alguém completamente diferente. Tipo.. aquela pessoa que me completa e me acrescenta, não aquela que simplesmente se iguala à mim.
Bem, para quem realmente importa, eu ainda tô procurando… heheheheh heh.. he
*Nomes fictícios
(Mas, Papai Noel, fique sabendo que se você quiser voltar eu aceito ok)
Beirut – The Canals of Our City
1 comment Maio 8, 2008
Stupid memory
Eu quero que sábado chegue logooooooooo
Sondre Lerche – Maybe You’re Gone
1 comment Abril 25, 2008
Consegui
Pq eu finalmente consegui que as pulgas de mil camelos infestassem o suvaco dele.
Dica do dia: quer esquecer um bee, arranja outro. Coisa que todo mundo sabe, mas só acredita quando acontece mesmo.
There’s the boy that left me bitter. Want to pay some other boy to just walk up to him and hit him. But I can’t I can’t I can’t I can’t
Akron/Family – The Rider (Dolphin Song)
Ok vou parar de ouvir Akron/Family. Deixem-me dormir.
1 comment Abril 20, 2008